29 de janeiro de 2010

ENEM pode ser CANCELADO!

O Ministério Público Federal em Santa Catarina (MPF/SC) quer a suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009/2010 por entender que "o procedimento adotado pela entidade organizadora da prova não atende o princípio da impessoalidade". A ação civil pública, proposta contra a União, o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), é em caráter liminar e visa suspender o trâmite do concurso a fim de evitar a divulgação das notas dos candidatos, prevista para o próximo dia 5 de fevereiro, e sua posterior homologação.

Desse modo, o Enem não poderia ser utilizado pelas universidades brasileiras como critério, ainda que parcial, de seleção para o ingresso no 1º semestre deste ano, evitando, assim, segundo o MPF, "prejuízos irreparáveis aos candidatos". O caso começou a ser investigado pelo MPF catarinense a partir de denúncias anônimas nas quais foi afirmado que as provas do Enem haviam sido envelopadas com a identificação do candidato, sem qualquer tipo de fiscalização ou de participação dos candidatos no processo de 'desidentificação'.

Ao contrário do que acontece nos demais concursos, o habitual é que a 'desidentificação' das provas seja promovida em cada uma das salas onde é realizado o concurso, sempre com a participação e fiscalização dos três últimos candidatos a entregarem a prova, que assinam como testemunha uma ata, depois de verificarem a lacração, em envelopes separados: um contendo as provas 'desidentificadas' e outro apenas com os números correspondentes à identificação dos candidatos.

Para os procuradores, embora não seja obrigatória a participação dos candidatos no procedimento de lacração dos envelopes, "verificou-se que o procedimento empregado pelo Cespe/UnB, longe de garantir que as provas sejam corrigidas sem a possibilidade de identificação dos respectivos candidatos, ao contrário, apresenta total vulnerabilidade, uma vez que restringe exclusivamente ao âmbito da Cespe/UnB tanto a 'desidentificação' quanto a 'reidentificação' das provas.

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23 de janeiro de 2010

Galera em Caraguatatuba - S.Paulo


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22 de janeiro de 2010

Mais um País Europeu descriminaliza todas as drogas

REPÚBLICA TCHECA

DESCRIMINALIZA

TODAS AS DROGAS

Seguindo os passos de Portugal, a República Tcheca é o segundo país europeu a descriminalizar formalmente o porte de todas as drogas. O anúncio foi feito na semana passada em Praga e considera que portadores de quantidades específicas de drogas não sofrerão processo ou prisão.

Pelas novas leis, que entram em vigor em primeiro de janeiro de 2010, os cidadãos tchecos poderão portar até quatro tabletes de ecstasy, 15 gramas de maconha, cinco gramas de haxixe e uma grama de cocaína. Pena prisional poderá ser aplicada a quem portar quantidades maiores.O promoter tcheco Ales Bleha conta que está “feliz com as novas leis”, mas acredita que terão pouco efeito sobre as pessoas: “pouca gente tem problemas com drogas aqui, a não ser aqueles que provocam a polícia ou fazem algo realmente estúpido. Quem usa maconha ou cocaína o até mesmo algumas das drogas mais pesadas continuará fazendo o mesmo que antes”, prediz. “A República Tcheca é às vezes chamada de ’segunda Amsterdam’ ou “a Amsterdam do leste’. Mas o que realmente importa sobre essas leis é que elas representam uma descriminalização genuína, um passo importante rumo a uma legalização total que, eu acredito, é a única solução possível para lidar com as drogas e o tráfico e reduzir o mal associado a elas. Não creio que o problema seja o usuário de drogas, mas a criminalidade e das máfias envolvidas na compra e venda.”

Bleha, que promove noites de música eletrônica em Praga, também pensa que as quantidades estabelecidas também são bastante sensatas: “Pelo menos falando da minha experiência pessoal. Eu só fumo maconha, então não posso falar das outras drogas, mas com certeza nunca carrego mais do que cinco gramas comigo”. Para ele, esse é apenas o começo: “Penso que as drogas serão legalizadas na Europa nos próximos vinte anos”, ele diz “e gostaria de agradecer às muitas pessoas que nunca desistiram dessa luta e trabalham duro para explicar aos governos que é melhor se concentrar em controlar o problema das drogas abertamente do que insistir em uma repressão dura e pouco eficaz”.

http://www.marchadamaconha.org/blog/republica-tcheca-descriminaliza-todas-as-drogas_1680

19 de janeiro de 2010

Para começar a entender o Haiti

Texto interessante para começar a entender os motivos que levaram o Haiti à catástrofe.

Os pecados do Haiti

*Eduardo Galeano

A democracia haitiana nasceu há muito pouco. No seu breve tempo de vida, esta criatura faminta e enferma não recebeu nada, além de bofetadas. Estava ainda recém nascida, nos dias de festa de 1991, quando foi assassinada pela quartelada do general Raul Cedras. Três anos mais tarde, ressuscitou. Depois de terem colocado e retirado tantos ditadores militares, os Estados Unidos pegaram e impuseram o presidente Jean-Bertrand Aristide, que havia sido o primeiro governante eleito por voto popular em toda a história do Haiti e que havia tido a louca aspiração de querer um país menos injusto.

O voto e o veto

Para apagar as nódoas da participação norte-americana na ditadura carniceira do general Cedras, os infantes de marinha levaram 160 mil páginas dos arquivos secretos. Aristide regressou acorrentado. Deram-lhe permissão para retomar o governo, mas o proibiram exercer o poder. Seu sucessor, René Préval, obteve quase 90 por cento dos votos, porém mais poder que Préval tem qualquer burocrata de quarta categoria do Fundo Monetário ou do Banco Mundial, ainda que o povo haitiano não o tenha sequer eleito com um voto apenas. Mais que o voto, pode o veto. Veto às reformas: cada vez que Préval, ou algum de seus ministros, pede créditos internacionais para dar pão aos famintos, instrução aos analfabetos o terra aos camponeses, não recebe resposta, ou o contradizem ordenando-lhe: - Faça a lição! E como o governo haitiano nunca aprende que deve desmantelar os poucos serviços públicos que ainda permanecem, últimos pobres amparos para um dos povos mais desamparados do mundo, os professores acabam sempre por reprová-lo.

O álibi demográfico

No final do ano passado quatro deputados alemães visitaram o Haiti. Assim que chegaram, a miséria do povo os atingiu frontalmente. Então o embaixador de Alemanha lhes explicou, em Porto Príncipe, qual é o problema: - Este é um país demasiadamente povoado - disse-. A mulher haitiana sempre quer e o homem haitiano sempre pode. E riu. Os deputados se calaram. Essa noite, um deles, Winfried Wolf, consultou as cifras. E comprovou que o Haiti é, com El Salvador, o país mais superpovoado das Américas, tanto quanto a Alemanha: tem quase a mesma quantidade de habitantes por quilometro quadrado. Em sua passagem pelo Haiti, o deputado Wolf não apenas foi atingido pela miséria: também ficou deslumbrado pela capacidade de expressar a beleza dos pintores populares. E chegou à conclusão de que o Haiti está superpovoado… de artistas.Na realidade, o álibi demográfico é mais o menos recente. Até a alguns anos, as potências ocidentais falaram bem mais claro.

A tradição racista

Os Estados Unidos invadiram o Haiti em 1915 e governaram o país até 1934. Retiraram-se quando alcançaram seus dois objetivos: cobrar as dívidas do City Bank e revogar o artigo constitucional que proibia a venda de terras aos estrangeiros. Robert Lansing, então secretário de Estado, justificou a prolongada e feroz ocupação militar explicando que a raça negra é incapaz de se governar por si mesma, que possui “uma tendência inerente à vida selvagem e uma incapacidade física de civilização”. Uno dos responsáveis pela invasão, William Philips, havia elaborado anteriormente a sagaz idéia: “Esse é um povo inferior, incapaz de conservar a civilização que tinham deixado os franceses”. O Haiti havia sido a pérola da coroa, a colônia mais rica da França: uma grande plantação de açúcar, com força de trabalho escrava. No espírito das leis, Montesquieu o havia explicado sem travas na língua: “O açúcar seria demasiado caro se não trabalhassem os escravos para sua produção. Esses escravos são negros desde os pés até a cabeça e têm o nariz tão esmagado que é quase impossível ter deles alguma pena. Resulta impensável que Deus, que é um ser muito sábio, tenha posto uma alma e sobretudo uma alma boa num corpo inteiramente negro”. Em troca, Deus havia colocado um chicote na mão do feitor. Os escravos não se distinguiam por sua vontade de trabalho. Os negros eram escravos por natureza e vadios também por natureza; e a natureza, cúmplice da ordem social, era obra de Deus: o escravo devia servir ao amo e o amo devia castigar o escravo, que não mostrasse o menor entusiasmo na hora de cumprir com o desígnio divino. Karl von Linneo, contemporâneo de Montesquieu, havia retratado o negro com precisão científica: “Vagabundo, desocupado, negligente, indolente e de costumes dissolutos”. Mais generosamente, outro contemporâneo, David Hume, havia comprovado que o negro “pode desenvolver certas habilidades humanas, como o papagaio que fala algumas palavras”.

A humilhação imperdoável

Em 1803, os negros do Haiti ocasionaram uma tremenda derrota às tropas de Napoleão Bonaparte e Europa não perdoou jamais essa humilhação infligida à raça branca. O Haiti foi o primeiro país livre das Américas. Os Estados Unidos haviam conquistado antes sua própria independência, porém conservava ainda meio milhão de escravos trabalhando nas plantações de algodão e de tabaco. Jefferson, que era senhor de escravos, dizia que todos os homens são iguais, mas também dizia que os negros foram, são e serão inferiores. A bandeira dos livres se içou sobre as ruínas. A terra haitiana havia sido devastada pele monocultura do açúcar e arrasada pelas calamidades da guerra contra a França. Uma terça parte da população havia caído em combate. Então, começou o bloqueio. A nação recém nascida foi condenada à solidão. Ninguém comprava dela, ninguém lhe vendia, ninguém a reconhecia.

O delito da dignidade

Nem mesmo Simão Bolívar, que soube ser tão valente, teve a coragem de assinar o reconhecimento diplomático do país negro. Bolívar poderia ter reiniciado sua luta pela independência americana, quando já havia derrotado a Espanha, graças ao apoio do Haiti. O governo haitiano lhe havia entregado sete navios, muitas armas e soldados, com a única condição que Bolívar libertasse os escravos, uma idéia que ao Libertador não lhe passava pela cabeça. Bolívar cumpriu com esse compromisso, porém depois de sua vitória, quando já governava a Grande Colômbia, deu as costas ao país que o havia salvado. E quando convocou as nações americanas para a reunião do Panamá, não convidou o Haiti, mas sim a Inglaterra. Os Estados Unidos reconheceram o Haiti depois de sessenta anos do final da guerra de independência, enquanto Etienne Serres, um gênio francês da anatomia, descobria em Paris que os negros são primitivos porque possuem pouca distância entre o umbigo e o pênis. Naquele instante, o Haiti já estava nas mãos de carniceiras ditaduras militares, que destinavam os famélicos recursos do país para pagar a dívida com ex-metrópole: a Europa havia imposto ao Haiti a obrigação de pagar à Franca una indenização gigantesca, como modo de ver-se perdoado por ter cometido o delito da dignidade. A história do assédio contra o Haiti, que em nossos dias tem dimensões de tragédia, é também una história do racismo na civilização ocidental.

URL do artigo original :

http://www.cubadeba /te.cu/opinion/2010/01/15/los-pecados- de-haiti/ /te.cu/opinion/2010/01/15/los-pecados- de-haiti/

Quanta asneira! O que se fala por aí sobre o Haiti...

Foi castigo de Deus... Há muito tempo, algo aconteceu no Haiti. Eles juntaram-se e juraram um pacto com o diabo. Prometeram servi-lo se os ajudasse a livrarem-se dos franceses. O diabo disse: ok, temos acordo! Desde então eles sofrem maldições... uma atrás da outra.

Pat Robertson, pastor evangélico americano, sobre o terremoto no Haiti – EFE – 14/01/10

A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido (...). Acho que de tanto mexer com macumba... não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano, lá tá foda.

George Samuel Antoine, cônsul geral do Haiti no Brasil, em vídeo que vazou pelo SBT – 15/01/2010

(Leia mais em: http://br.noticias.yahoo.com/s/15012010/48/manchetes-consul-haiti-sao-paulo-diz.html )

Esta presença militar, que deve incluir também um grande contingente da Guarda Costeira, podem também impedir qualquer movimento em grande escala por haitianos de saírem pelo mar em embarcações frágeis e perigosas para tentar entrar ilegalmente nos Estados Unidos.

Os Estados Unidos também devem implementar um esforço forte e vigoroso de diplomacia pública para combater as propagandas negativas vindas do campo Castro-Chávez.

Trechos de documento sobre o terremoto no Haiti publicado no site da Fundação Heritage, entidade conservadora americana – http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/01/462887.shtml - Janeiro de 2010

15 de janeiro de 2010

A Vaca ou a Pré-Ocupação

O mundo está em chamas (quem chama?), mas a grande preocupação não é o aquecimento global, os milhões de seres humanos soropositivos na África, Ásia e América sem nenhuma assistência médica, não é (!) os milhões de mulheres tratadas como lixo, espancadas, estupradas, usadas como mictório público ao serem vendidas como escravas sexuais ou vista como camélias que trepam. A preocupação não SÃO milhões de operários mutilados pelas máquinas de gerar lucro ao patrão, estes caminham sem braços, sem dedos, sem nenhuma perspectiva de desalienação - ou pelo menos ação - enquanto os peixinhos nas escolas caminham para o bom aprendizado de como nadar para a boca do tubarão, nas universidades aprende-se a ensinar melhor os peixinhos-peão a nadar para a boca do patrão, mas CARA LHO - qual era mesmo a preOCUPAÇÃO?

Fórum Social Mundial 2010

Estão abertas as inscrições para o Fórum Social Mundial 10 anos – Grande Porto Alegre que ocorre de 25 a 29 de janeiro. As atividades acontecem em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Sapiranga e Gravataí. A inscrição pode ser feita pelo site.

O valor de R$ 20,00 a ser cobrado servirá para custear os materiais que serão entregues no credenciamento. O pagamento será feito na hora do credenciamento em dinheiro (moeda nacional) que estará aberto a partir das 14 horas do dia 23 de janeiro.

O Credenciamento será feito nas cidades onde você se cadastrou.

Os locais em breve estarão disponíveis aqui neste site.

No ano em que celebrará 10 anos de seu processo, o FSM não terá um evento único e centralizado e sim uma ação global.

E o conjunto de atividades do FSM 10 Anos Grande Porto Alegre lançará esta série de ações, que ocorrerá de forma permanente ao longo de todo ano, através de eventos em várias partes do mundo.

10 de janeiro de 2010

Comunicado do Comitê de Luta pelo Transporte Público - Guarulhos - S. Paulo 01|01|2010

Desde o inicio do ano, no município de Guarulhos, vem sendo travada uma luta de estudantes e trabalhadores contra o abuso das empresas de ônibus.
Reivindicando a redução da tarifa, o passe livre para estudante e desempregado, o fim da dupla função e a municipalização do transporte; o comitê de luta pelo transporte público, 2,50 não dá, denuncia com suas armas a farra lucrativa do transporte na cidade.
No mês de março, foi feito um plebiscito popular no qual colhemos aproximadamente 4 mil votos, sendo que a maioria se posicionou favorável as pautas reivindicatórias que o comitê defende.
No dia da mentira, primeiro de abril, foi realizada uma manifestação na frente da câmara municipal na intenção, sobretudo, de denunciar a mentira do transporte público e apresentar aos politiqueiros o plebiscito popular que apontara a adesão da população para conosco. Conseguimos agendar uma data para uma audiência pública, assim penetramos no casulo burguês e expomos nossas reivindicações. Durante a audiência a guarupas, representada por uma figura irônica, demonstrou seu caráter neoliberal e fascista.
O representante da empresa afirmou que ela não é uma entidade filantrópica e que visa somente o lucro, ou seja, as pessoas que utilizam o transporte em Guarulhos são secundarias diante o verdadeiro objetivo das empresas; as pessoas são mercadorias para os donos do transporte. A audiência pública foi uma arma utilizada pelo comitê para expressar nossa posição frente aos burgueses. Nunca tivemos a ilusão de que iríamos conquistar nossas reivindicações pela via institucional-burguesa; sabemos que a luta de todos os oprimidos é nas ruas. Temos a convicção de que a nossa luta é legitima, sendo assim realizamos atividades contra-culturais e constantes debates nas periferias.
São constantes as atividades políticas das lutadoras e dos lutadores do comitê 2,50 não dá que adentrando nas ruas e avenidas, caminhando ombro-a-ombro como a população, demonstram juntos o seu repudio e indignação perante a mercadorização do transporte. Numa das manifestações no bairro dos Pimentas, os manifestantes foram agredidos pela polícia que não poupou esforços para reprimir secundaristas, universitários, trabalhadores e desempregados; bombas de efeito moral foram atiradas na multidão, esta foi mais uma das muitas demonstrações repressivas da polícia orquestrada pelo estado burguês.
Defendemos a consciência crítica do jovem diante das contradições sociais, que ele construa uma postura firme frente às imposições da classe dominante e passe a lutar pelos seus direitos que com freqüência são violados; a manifestação é um direito universal e um fundamental instrumento de luta.
Teoria e prática estão juntas em todo o processo político do comitê; assistimos e debatemos numa perspectiva de luta o filme “Panteras negra” que relata a história da luta organizada dos negros dos E.U.A nos anos 60; houve um curso de formação que discutiu as perspectivas marxistas perante a sociedade capitalista; o evento “Geografia me Debate” que discutiu o tema da mobilidade urbana, a exclusão nas periferia duma população que tem acesso a um transporte de má qualidade; e também, foi realizada a festa pelo passe livre que também servil como palco para as discussões entorno do transporte.
No dia 16 de dezembro foi realizada – pelos donos do transporte – uma audiência “pública” com a finalidade de apresentar aos que lá estavam as farsas do bilhete único. Sabendo do jogo de cartas marcadas, fizemos uma interferência no local; gritos de indignação tomaram conta de nossas gargantas, e como era de se esperar, novamente, os agentes a burguesia agiram, os guardas nos impediram de falar saqueando um dos nossos aparelhos de comunicação. Depois de recuperado o aparelho e ter denunciado toda a farsa que rodeia o transporte de Guarulhos deixamos o local.
“Não é mole não. 2,50 é mais caro que o feijão” frases como essa marcaram o ano de 2009 em Guarulhos, ano de reivindicações perenes por um transporte de qualidade e verdadeiramente público. Os diversos atos não isentaram ninguém de saber da farsa do transporte “publico”. No ano que se iniciará, o movimento 2,50 não dá, continuará sua atuação política por um transporte verdadeiramente público. As ruas são e sempre serão, para o comitê, o palco perfeito para as atuações políticas. Na intenção de mobilizar a classe oprimida (a classe que não tem voz) vemos nas ruas as bases das transformações que hoje reivindicamos. O fim da dupla função; passe livre para estudante e desempregado; municipalização do transporte; redução da passagem até a tarifa zero.
Estas são algumas das reivindicações que serão intensificadas no ano de 2010.
Os burgueses que se prendam em suas celas privadas com muros altos e cercas eletrificadas, pois nós estaremos à solta!

Saiba mais :

Blog do Comitê de Luta Pelo Transporte

8 de janeiro de 2010

Assédio Moral: Tipos de Chefes calhordas...

Perfil dos agressores segundo trabalhadores:
Mala-babão:É aquele chefe que bajula o patrão e não larga os subordinados. Persegue e controla cada um com "mão de ferro". É uma espécie de capataz moderno.
Profeta: Sua missão é "enxugar" o mais rápido possível a "máquina", demitindo indiscriminadamente os trabalhadores/as. Refere-se às demissões como a "grande realização da sua vida". Humilha com cautela, reservadamente. As testemunhas, quando existem, são seus superiores, mostrando sua habilidade em "esmagar" elegantemente.
Pitt-bull: é o chefe agressivo, violento e perverso em palavras e atos. Demite friamente e humilha por prazer.
Troglodita: É o chefe brusco, grotesco. Implanta as normas sem pensar e todos devem obedecer sem reclamar. Sempre está com a razão. Seu tipo é: "eu mando e você obedece". Tigrão:Esconde sua incapacidade com atitudes grosseiras e necessita de público que assista seu ato para sentir-se respeitado e temido por todos.
Grande irmão: Aproxima-se dos trabalhadores/as e mostra-se sensível aos problemas particulares de cada um, independente se intra ou extra-muros. Na primeira "oportunidade", utiliza estes mesmos problemas contra o trabalhador, para rebaixá-lo, afastá-lo do grupo, demiti-lo ou exigir produtividade.
Garganta: É o chefe que não conhece bem o seu trabalho, mas vive contando vantagens e não admite que seu subordinado saiba mais do que ele. Submete-o a situações vexatórias, como por exemplo: colocá-lo para realizar tarefas acima do seu conhecimento ou inferior à sua função.
Tigrão: Esconde sua incapacidade com atitudes grosseiras e necessita de público que assista seu ato para sentir-se respeitado e temido por todos.
Tasea: "Ta se achando". Confuso e inseguro. Esconde seu desconhecimento com ordens contraditórias: começa projetos novos, para no dia seguinte modificá-los. Exige relatórios diários que não serão utilizados. Não sabe o que fazer com as demandas dos seus superiores. Se algum projeto é elogiado pelos superiores, colhe os louros. Em caso contrário, responsabiliza a "incompetência" dos seus subordinados.
Fonte: "Site Assédio Moral no Trabalho / www.assediomoral.org"

6 de janeiro de 2010

Prof. João Machado da PUC SP, fala sobre a Palestina.

Prof. João Machado (PUC-SP) em breve comentário sobre a criação de um estado Palestino. Este Vídeo é parte do projeto de um documentário sobre a Palestina e os refugiados palestinos no Brasil.
(Clique na Imagem para ver o vídeo)

(Autor do Vídeo Sid Cerveja)

Prof. Chico de Oliveira, da USP fala sobre a Palestina.

Prof. Chico de Oliveira (USP) em breve comentário sobre a Palestina e os Palestinos. Este vídeo é parte do Projeto de um documentário sobre a Palestina e os refugiados palestinos no Brasil.

(Clique na Imagem para ver o vídeo)

(Autor do Vídeo Sid Cerveja)