25 de março de 2010

Unifesp discute Maconha Medicinal, mas mantem seu elitísmo padrão.

A UNIFESP mais uma vez demonstra seu compromisso expresso com a classe dominante brasileira, ao propor o simpósio “Por uma Agência Brasileira da Cannabis Medicinal” a primeira impressão é que finalmente as forças progressistas de dentro e fora da universidade e das organizações de saúde conseguiram demonstrar que a maconha é antes de tudo um remédio e que pode e deve ser usado em diversos tratamentos, porém com a sua clássica e conhecida política de rechaçar as camadas menos favorecidas a UNIFESP optou por impor aos participantes do simpósio valores exorbitantes, como não se trata de um seminário de formação médica e sim de uma atividade de interesse global e social, por tratar de uma política de saúde pública, o valor e a maneira que está sendo tratado o assunto pela UNIFESP é completamente coerente com as grandes bobagens que esta elitista universidade vem impondo a sociedade paulista, como por exemplo o imbecil método de ingresso ao vestibular, que ao invés de simplesmente adotar o Enem exigiu notas mínimas em matérias que anteriormente não exigia e ficou com centenas de vagas ociosas, e boa parte da juventude que mora no entorno da instituição, revoltada, inaugura campus de expansão com cursos que considera inferiores, e não dá atenção nenhuma aos mesmos (o Campus Guarulhos está sem salas para os 3ºs anos).


O Seminário “Por uma Agência Brasileira da Cannabis Medicinal” é interessante, mas a forma como esta sendo proposta confirma a opção da UNIFESP pelo elitismo!

Saiba mais sobr o Seminário que tratará da criação de uma Agência de Maconha Medicinal em: http://www.cannabismedicinal.org.br/

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