31 de maio de 2010

Israel ataca barcos com ajuda humanitária e assassina ativistas extrangeiros

mapa ataques

Forças de Israel atacam frota que levava ajuda humanitária para Gaza (Palestina)

 Militares de Israel interceptaram um comboio que tentava furar o bloqueio de ajuda humanitária à Gaza imposto por Israel. O Exército de Israel afirma que mais de dez pessoas morreram na operação. Segundo relatos, muitos deles teriam nacionalidade turca. Agências internacionais de notícias informam que 30 ativistas ficaram feridos no ataque.

A "Frota da Liberdade", composta por três navios que levavam 750 ativistas e 3 com 10 mil toneladas de carga saíram de uma área perto do Chipre. Os ativistas contaram que mostraram bandeiras brancas, mas os soldados atiraram na tripulação. O Hamas, que administra a região palestina, condenou o ato.

As imagens da televisão da Turquia mostram os militares israelenses invadindo uma das três embarcações turcas que faziam parte do comboio.
A invasão aconteceu às 4h no horário local (22h de Brasília) em águas internacionais.

Canais de televisão turcos mostraram imagens ao vivo do ataque durante uma hora, mas as comunicações foram cortadas.
Israel disse que, depois de uma verificação de segurança, a carga será enviada para Gaza pelos meios autorizados. O governo afirma que não atacou nenhum navio, apenas “cumpriu uma ordem do governo que impede que qualquer embarcação se aproxime da Faixa de Gaza sem entrar em contato com Israel”. Em comunicado, o exército de Israel afirma que os suprimentos poderiam ser enviados à Gaza legalmente por meio do seu território.
A “Frota da Liberdade” havia partido para Gaza na tarde deste domingo (30) levando com 10 mil toneladas de ajuda humanitária, que inclui cadeiras de roda, casas pré-fabricadas e purificadores de água.
Israel alertou que interceptaria os navios se continuassem com a missão. Esta foi a nona vez que o movimento pró-palestina tentou levar ajuda à Gaza desde a implantação do bloqueio, há quase três anos.
Repercussão internacional
O ataque israelense revoltou parte da população turca. Desde o início da manhã, centenas de manifestantes protestaram em frente a delegações diplomáticas de Israel na Turquia.
Alguns manifestantes tentaram invadir o prédio do consulado israelense em Istambul. A polícia tentou impedir a entrada e empurrou o grupo para trás. O chanceler da Turquia criticou duramente o ataque e pediu explicações à Israel sobre o que aconteceu.

http://g1.globo.com  

Bernard Kouchner, ministro das Relações Exteriores da França 
 "Estou profundamente chocado com as trágicas consequências da operação militar de Israel contra a frota de paz para Gaza. Nada pode justificar o uso de violência como essa, o que condenamos".

Baronesa Ashton, Alta Representante para Relações Exteriores da União Européia
"A Alta Representante Catherine Ashton expressa seu profundo pesar diante da notícia da perda de vidas e da violência e envia suas condolências às famílias dos mortos e feridos. Em nome da União Européia, ela exige um inquérito extenso sobre as circunstâncias do incidente.
Ela reitera a posição da União Européia em relação a Gaza - a política de bloqueio contínua é inaceitável e politicamente contraproducente. Ela pede uma abertura imediata, sustentável e incondicional das fronteiras para permitir o fluxo de ajuda humanitária, bens comerciais e pessoas de e para Gaza".

28 de maio de 2010

Despedida do GRANDE camarada Zé (Cananéia)



Foi no Bar Tradição, perto da Rua do Cano em Guarulhos.


Pra quem não sabe o Zé um camarada que se eu fosse escrever a importância que tem em minha história isso aqui não seria mais um blog, viraria uma bíblia, ou pelo menos passaria a ser um blog sobre um assunto só, enfim o Zé há uns anos (vários) mudou pra Cananéia no extremo sul do litoral paulista, depois de concluir recentemente o curso de agronomia ele descolou um trampo pertinho, logo ali em Tocantins e de passagem por Guarulhos reunimos uma galera da velha guarda pra falar dos velhos tempos e tomar umas saideiras com camarada Zé antes dele partir pro cerrado...

Boa Sorte Zé!

Ps.O Zé é o de chapéu camuflado





Veja mais fotos no meu album do picasa:

Notícia: Marcha da Maconha em Brasília defende a LEGALIZAÇÃO

Cerca de 500 pessoas participaram nesta quinta-feira (27/5), da Marcha da Maconha realizada em Brasília. A passeata, que reivindica a legalização da droga, teve início por volta das 15h na Catedral e caminhou até o Supremo Tribunal Federal (STF), onde os manifestantes sentaram no chão formando o símbolo da folha da maconha. Em seguida, se dirigiram à Rodoviária do Plano Piloto. De lá, seguiram para o Museu Nacional, onde a marcha foi encerrada por volta das 19h30. O ato foi promovido pelo Coletivo Maconha na Roda, movimento formado por estudantes e ativistas políticos de Brasília.
"A gente organizou a marcha para estimular o debate sobre a legalização da maconha e de outras drogas. Entendemos que é um problema de saúde pública e que só gera violência no país. Se as pessoas plantassem maconha em casa, o tráfico seria evitado e as pessoas não consumiriam várias outras substâncias tóxicas que vêm na droga comprada ilegalmente", defende uma das organizadoras do evento, Luisa Pietrobon, 22 anos, estudante de audiovisual da UnB.
De acordo com a organização do evento, a participação das pessoas aumentou muito em relação às duas últimas marchas que ocorreram na cidade. Em 2008, apenas cerca de 100 pessoas se envolveram com o protesto e, em 2009, aproximadamente 250.
Para o organizador da marcha do Rio de Janeiro, Renato Cinco, a participação dos brasileiros no movimento pela legalização ainda é pequeno se comparado a outros países. "Como no Brasil a maconha é criminalizada, o movimento ainda sofre muito preconceito, por isso, não há tanta adesão como em outros lugares. No Canadá e em Tel Aviv a marcha teve 40 mil pessoas. Em Buenos Aires, reuniu 15 mil", aponta Renato. "Mas, aqui, as pessoas que participam são muito bem informadas e fazem um debate mais amplo contra a criminalização", pondera.
Gritando palavras de ordem, como "Um, dois, três, quatro, cinco mil, tem que legalizar a maconha no Brasil", ou "Ei, Fazenda, a maconha gera renda", ao passar em frente ao prédio do Ministério da Fazenda, os manifestantes caminharam ocupando parte das faixas de trânsito da Esplanada. O protesto, que foi acompanhado por duas viaturas do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, não provocou tumulto ou confronto.
O único problema com a polícia foi a apreensão de um carro de som, no qual os manifestantes colaram um cartaz que cobria a placa do veículo. No entanto, o advogado Mauro Chaiben, que é colaborador do movimento, se comprometeu a auxiliar o dono do carro a resgatá-lo no depósito do Detran.
O advogado compara a regulamentação da maconha a de bebidas alcoólicas. "O álcool é regulamentado. Por isso, ninguém vende o álcool do posto de gasolina como se fosse cachaça. No entanto, a maconha é misturada com outras drogas, como veneno, e causa muito mais danos. Se tivesse regulamentação, isso não ocorreria", defende.

Fonte: "Jornal O Rio Branco" ( http://oriobranco.net/ )

Boas charges do cartunista carioca Diego Novaes



26 de maio de 2010

Video: CQC debatendo a Maconha


Assembléia Estudantil na UNIFESP Guarulhos


ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DA UNIFESP GUARULHOS
 
26/05/2010, às 18H30
 
Concentração no pátio central às 18h15
 
Boa noite estudantes!
 
Convocamos todos os estudantes da Universidade Federal de São Paulo - Campus Guarulhos para a Assembléia Geral, a ser realizada amanhã, dia 26/05/2010, às 18h30, no pátio central, para tratar da seguinte pauta:
 
  • Condições de permanência estudantil.
 
 
Reiteramos a importância da participação de todos para que possamos avançar nas conquistas dos estudantes: por mais bolsas de auxílio permanência, com processos menos burocráticos, melhorias no restaurante universitário, a preços populares, disponibilização mais volumes do acervo requerido pelos professores, cotas e melhorias do serviço de fotocópias, agilidade na construção do novo prédio e diponibilização de moradia estudantil.

 
Sem mais,
CAEL, CAHIS, CAPED

24 de maio de 2010

Cinema na UNIFESP Guarulhos



Cinema Brasileiro nas Universidades
PUC/SP dia 25/05
UNIFIAM dia 26/05
UNIBAN dia 26/05
UNIFESP dia 01/06
Filme: Simonal, Ninguém sabe o duro que dei

4ª CONVENÇÃO PAULISTA DE SOLIDARIEDADE À CUBA

Marcha da Maconha em São Paulo

Relato de Terezinha Vicente do Coletivo DAR
( http://coletivodar.wordpress.com/ )

     Mais uma vez o Governo do Estado de São Paulo, por meio do Grupo de Repressão e Prevenção aos Crimes da Lei Antitóxico (Gaerpa), recorre ao Tribunal de Justiça para proibir a Marcha da Maconha, que já aconteceu pacificamente em vários estados brasileiros. No Rio de Janeiro, a última reuniu mais de quatro mil pessoas. O coletivo Marcha da Maconha foi criado em 1999, em Nova York, e costuma organizar ações simultâneas em vários países.
Fui chegando junto com a polícia. Já havia uma grande roda de pessoas – a maioria jovens homens – utilizando um megafone para a comunicação. Vários cartazes, a maioria ilustrados com a folha da cannabis, estavam expostos no chão no meio da roda – Plante seus direitos / Usuário saia do armário / Não compre. Plante! / Não é prejuízo, legaliza, que vira paraíso!
     Muitas pessoas também se juntavam ao longe, vários grupos olhando, muita gente com vontade e medo de chegar… Foi quando chegou o Rafinha Cortez do CQC que as pessoas tiveram a “desculpa” para aproximar-se, as rodas cresceram, porque o repórter transitava entre os vários agrupamentos que se formavam. Muitas palavras de ordem foram cantadas para os microfones e câmeras do CQC, e para os policiais que se movimentavam cada vez mais e cada vez em maior número.


“Não sou anônimo, não tô armado; esse debate tem que ser legalizado!”


     Essa palavra de ordem (criada em Fortaleza) foi trazida às pessoas, que agora aumentavam a aglomeração, pelo sociólogo Renato Cinco, coordenador do Movimento Nacional pela Legalização das Drogas. Do Rio veio também o advogado André Barros, que trouxe a notícia da liminar impetrada contra a marcha em São Paulo, pelo terceiro ano consecutivo. Naquela linguagem do direito, explicou que a decisão de proibir foi de um Desembargador (Edson Ribas, soube depois), e que a PM só estava ali cumprindo ordens. Mas a maioria que crescia não estava a fim de aceitar a proibição. E cantava-se cada vez em maior número de vozes: “eu sou maconheiro/a com muito orgulho, com muito amor…”

A interferência parlamentar

     Além do advogado, que já negociava com a PM, mostraram presença o deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP) e Soninha Francine, do PPS. “Temos que desinterditar esse debate”, iniciou Paulo Teixeira. Ele contou o caso de um pai de família, no interior de Minas Gerais, que por ter plantado alguns pés de cannabis para consumo próprio e de seu filho, está preso há cem dias, “só porque ele não quer convivência com o crime organizado. É a ilegalidade que gera a violência e o crime”.

     As intervenções do deputado foram fundamentais nas discussões com o comando da PM. “A política atual é ininteligível, o Judiciário se manifesta contra a liberdade de expressão, garantida pela Constituição e proibir o debate impede a manifestação legislativa”, declarou Paulo Teixeira. “É um absurdo impedir as pessoas de discutir”, continuou Soninha Francine no megafone, “ e discutir a mudança numa legislação que mais causa danos do que evita”. Ela também defendeu o direito de manifestação e de opinião, inclusive na imprensa, na internet.

     A liminar emitida na sexta à tarde, rasgou o art. 5° da Constituição, que garante o direito de reunião pacífica, sem armas, em locais abertos e públicos. Negociação feita permitiu que a Marcha andasse e se manifestasse “Pela Liberdade de Expressão”, desde que se recolhessem as faixas e se tirasse as camisetas com alusão à maconha e sua legalização, ou qualquer tipo de “apologia”. Vai saber lá o que é isso? A galera tava revoltada com a proibição de se manifestar, mas entendeu e aderiu à defesa da liberdade de expressão. Cartazes eram dobrados, faixas enroladas, camisetas trocadas. Em algumas rasgava-se um pedaço para aproveitar o resto, outras ficariam pois não falavam as palavras proibidas.


Hipocrisia X Democracia

      A caminhada começou e daí pudemos ver que provavelmente chegávamos a 500 pessoas, fora as que ficavam olhando de fora. As palavras de ordem não paravam de ser cantadas, agregadas agora por uma maior e refrão entre as outras: Pela liberdade de expressão! Não demorou nada para os PMs entrarem no meio da passeata para recolher diversos cartazes que consideraram “apologia”. Organizados, como sempre nas manifestações populares, os PMs dividiam-se entre os que comandam e negociam, os que não largam os cassetetes prontos para bater, e aqueles que carregam espingardas de gás e um bornal cheio. Os dois últimos grupos mantem escondida sua identificação.
     “Abaixo a ditadura” e “Abaixo a repressão” foram então cantadas por todos e todas, identificadas rapidamente com a falta de liberdade de expressão. Afinal, o ano é de eleição presidencial e todos os temas devem estar em discussão, os candidatos têm obrigação de se manifestar sobre todas as reivindicações da sociedade. Assim como na questão da legalização do aborto, a hipocrisia presente nessa criminalização, logo é questionada em ondas pelos maconheiros marchantes, “é hipocrisia ou é democracia?”
      As conversas que tive com pessoas de diversas idades mostram que a maioria quer o direito de plantar, não quer alimentar o tráfico, por isso pedem a legalização, ou pelo menos a descriminalização. “Eles prendem a gente se tiver uma baranga”, disse-me um jovem, “mas se tiver uma arma, uma faca, não vai preso”. Uma mãe, que estava com sua filha adolescente e mais duas jovens, manifestou-se preocupada com o consumo excessivo de álcool pela moçadinha. “Na idade deles a gente não bebia, eu acho que hoje as crianças bebem demais e muito cedo”.

Vitória apimentada

Palavras de ordem criativas começaram a surgir – “onha, onha, onha, eu quero debater!”, “ia, ia, ia, abaixo a hipocrisia!”, “ão, ão, ão, é o remédio do povão” – e a marcha ia abraçando os atrasados, ganhando alguns desavisados. A polícia resolveu dar o ar da graça novamente. E desta vez foi bem difícil convencê-los a liberar o cabeludo oriental, de saia, parecido com John Lennon, a princípio assustado e que abria a faixa: NÃO FUMO. NÃO PLANTO. NÃO COMPRO. NÃO VENDO. E NÃO CONDENO. O 2° Tenente Marinho insistia que o ativista trazia sob o braço outro cartaz, que alternava com o apresentado agora. Deputado, jornalistas, nós, enfim, depois de muita discussão, conseguimos convencer o PM a não levá-lo para o Distrito, e a marcha já estava longe.
“ Só queremos PAZ”, na cartolina levantada. “Vegetariana” na camiseta. “A Justiça só se mexe quando a gente se mexe”, no grito do ativista. Começa o ato de encerramento, numa grande roda cheia de caras alegres, pois todos nos sentíamos vitorios@s depois de mais de duas horas de pacífica e alegre manifestação. “Conseguimos mostrar que nosso movimento é digno, vamos encerrá-lo sem violência”, avaliava ao megafone Renato Cinco. “Se aceitarmos provocações vamos por tudo a perder”.
     Quando vimos, os policiais estavam levando um ciclista jovem e negro, rastafari, e para impedir que novamente jornalistas se aproximassem, soltaram uma bomba de gás pimenta. O jornalista da Folha on-line estava indignado, pois o gás foi apontado na sua direção, mas duvido que a Uol ou a Folha deram alguma notícia. Numa pesquisada rápida no Google, uma notícia em alguns veículos on-line, dizendo que a manisfestação contava com 50 pessoas. A notícia da Globo só falava da proibição. E o site Terra deu como saldo um detido, por estar sem documentos, destaque com foto e tudo.
      Para @s manifestantes, o saldo foi positivo, o debate público está lançado em São Paulo. A discussão sobre a legalização da maconha esbarra, assim como tantas outras lutas, na falta de liberdade de expressão. A desinformação sobre a cannabis sustenta as teses defendidas pela moral mercantil vigente, enquanto o alcool e o crack se propagam entre a juventude, sobretudo entre a parcela mais pobre. Hipocrisia, criminalização da pobreza. Afinal, assim como na questão da legalização do aborto, o direito não vai obrigar ninguém a fumar. E pode ajudar muito a diminuir a violência, afinal os maconheiros só querem alegria, paz e amor
   

Debate: As origens do fascismo

As origens do fascismo: José Carlos Mariátegui
Debate Cedem/Unesp

    As origens do fascismo: José Carlos Mariátegui, Alameda Casa Editorial, São Paulo – 2010, livro traduzido e organizado por Luiz Bernardo Pericás, será o centro do debate no próximo dia 08 de junho, terça-feira às 18h30, promovido pelo CEDEM – Centro de Documentação e Memória da UNESP.
    O fascismo, fenômeno político que exerceu enorme influência em alguns países ao longo do século XX, foi analisado por diversos estudiosos como Antonio Gramsci, Leon Trotsky, Otto Bauer, Paul Sweezy e Ernest Mandel. Entre os teóricos é fundamental o olhar latino-americano de José Carlos Mariátegui, um dos primeiros a observar e acompanhar de perto os eventos ocorridos na Itália, além de tentar proporcionar uma interpretação precisa e acurada deste movimento singular, quando era jornalista e escrevia para um jornal peruano.
    A Itália aparecia no cenário europeu sem força política, militar ou econômica diante das grandes potências industriais europeias. Porém, uma força avassaladora estava para tomar o país: o fascismo de Benito Mussolini. Nesta série de ensaios que o revolucionário peruano Mariátegui publicou na época, agora reunidos pelo historiador Luís Bernardo Pericás, vemos o fascismo crescer e se tornar a maior força política da Itália. Dessa forma, este é um livro fundamental para se entender uma das maiores ditaduras do nosso tempo

Expositor

Luiz Bernardo Pericás
Pós-Doutor em Ciência Política/Facultad Latino-Americana de Ciencias Sociales - FLACSO (México)
Pós-Doutor em História – Universidade do Texas, Doutor em História Econômica – USP
Professor da FLACSO (Brasil), Escritor, Pesquisador, Conselheiro e Parecerista Editorial
LACSO, Brasil.

Debatedores

Fabrízio Cardoso Rigout
Mestre e Doutor em Sociologia – Universidade da Califórnia, Berkeley
Diretor de Pesquisa - Plan Políticas Públicas Consultoria

Paulo Cunha
Mestre em Ciências Sociais – PUC/SP, Doutor em Ciências Sociais – UNICAMP
Professor da UNESP

Mediador

Lincoln Secco
Mestre e Doutor em História Econômica – USP
Professor da USP

Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.br

Data e horário: 08 de junho de 2010 (terça-feira) às 18h30
Local: CEDEM / UNESP - Centro de Documentação e Memória
Praça da Sé, 108 - 1º andar, esquina c/ Rua Benjamin Constant – próximo ao metrô Sé
(11) 3105 - 9903 - http://www.cedem.unesp.br/

Marcha da Maconha 2010 em São Paulo







21 de maio de 2010

Após um ano de trabalho, para não ir ao paraíso... Férias...

             “- Amor, amor... A cabeça é tudo... É a direção central que faz os projetos, que programa a produção, e põe em movimento os braços, as pernas, a boca, os olhos, a língua... Tudo em movimento... E quem trabalha tem seu alimento: a matéria prima. O individuo trabalha pra comer. A comida desce e aqui uma máquina a tritura e prepara o produto final... Como uma fábrica! O individuo é igual à fábrica. Fábrica de merda!”
  Operário Lulu em busca do paraíso


Fábrica de Merda S/A
Se o corpo humano fosse uma fábrica,
os órgãos seriam as máquinas,
e o alimento a matéria-prima.
O sangue seria o combustível,
bombeado pelo coração trabalhador,
explorado pelo cérebro patrão.
O produto final da contradição não poderia ser outro:
Uma grande e fedorenta merda...
Fábrica de Merda!

Thiago Santos Moreira
14 de Maio de 2010 às 09:20, produzindo merda.
*Inspirado no filme: “A classe operária vai ao paraíso”




Thiago Santos Moreira - Guarulhos/SP
Comitê de Luta pelo Transporte Público....... www.valordatarifa.blogspot.com
Juventude Novos Palmares....... www.novospalmares.net

20 de maio de 2010

A Virada Cultural de Sampa e o Centro

A Virada Cultural deste foi, senão a mais louca, pelo menos uma das mais loucas baladas da minha vida, com gigantescas lacunas etílicas na memória eu me lembro de ótimos shows (Raimundos, Pity, Tribo de Jah, Titãs etc) e de encontrar MUITA mas muita gente conhecida, gente que eu não via ha anos, gente que vejo sempre, além de gente que eu não conhecia, conheci uma galera de geologia da USP, gente que veio de Minas, Cariocas, uma glerinha de regueiras muito gente boa enfim, adorei as 26 horas que fiquei pelo centro de Sampa, mas oque notei de mais importante, impressionante e significativo nesta virada foi o fato das pessoas tomarem  centro como sendo delas, o centro da cidade, históricamente tachado de terra de ninguém, na virada, era de todo mundo! Olhava-se para as pessoas e elas estavam "em casa", aquilo foi uma festa e das boas!

18 de maio de 2010

Conheça a nova identidade visual do Comitê de Luta pelo Transporte Público

Concurso Fotográfico para portadores de deficiência!

EVENTO: Abrindo o debate da Cannabis no Brasil

Abrindo o debate da Cannabis no Brasil


O Growroom e a Matilha Cultural convidam para o ciclo de debates “Abrindo o debate sobre a Cannabis no Brasil” – Liberdade de expressão, Segurança Pública e Uso Medicinal, que será realizado no dia 19 de maio. O objetivo do evento é estruturar um debate democrático e transparente sobre as políticas de regulação da Cannabis no Brasil, lidando com a questão de forma pragmática e coerente com a realidade social do país.
Com a presença de pesquisadores, advogados, ativistas, agentes redutores de danos e cidadãos, os debates não pretendem defender ou condenar a discriminalização da Cannabis no Brasil, mas trazer luz à questão ao promover a pluralidade de opiniões e colaborações de especialistas e cidadãos.
O evento será gratuito, aberto ao público e transmitido pela internet pelos endereços http://www.matilhacultural.com.br/  e http://growroom.net/

Pano de Fundo

No Brasil, em 1932, por decreto, o então presidente Getúlio Vargas tornou crime o cultivo, o comércio e o consumo da planta e criou restrições severas ao seu uso como medicamento.
A rigidez da proibição transformou o comércio em narcotráfico e a Cannabis passou da esfera da saúde, para a criminal. O uso medicinal da planta no país foi, assim, transformado em crime e oficialmente desqualificado e perseguido.
Mesmo reprimida e criminalizada há décadas, a Cannabis continua sendo uma das plantas mais cultivadas pela humanidade em todo o planeta, como acontece há mais de 15 mil anos. Estima-se que os negócios em torno da planta movimente bilhões de dólares, abastecendo milhões de consumidores em todo o mundo.
A proibição, por sua vez, transforma esse comércio em fonte de renda para pessoas já envolvidas com atividades criminosas, muitas vezes violentas extinguindo a possibilidade de controle oficial do governo sobre a questão.
Em países como Espanha, Argentina, Reino Unido, Canadá e até estados norte-americanos, o debate em torno da regulamentação do uso medicinal e recreativo da Cannabis tem sido ampliado com novas perspectivas, ideias e experiências práticas sobre o tema.
No Brasil, a discussão vem acontecendo graças a profissionais de diversas áreas que adotaram posturas mais humanitárias com respeito as especificidades culturais, econômicas e as liberdades individuais na questão da Cannabis.

PROGRAMAÇÃO:

19 DE MAIO – 15 às 19hs

15h às 17h – Antiproibicionismo: Um debate autorizado!

Mediador: Alexandre Youssef – Sócio do STUDIO SP, fundador de Instituto Overmundo e colunista de política da revista TRIP, foi Coordenador de Juventude da cidade de São Paulo entre 2001 e 2004

Marco Magri – Cientista Social. Coletivo Desentorpecendo a Razão (SP)

Gerardo Santiago – Advogado. Nova Sociedade Libertadora (RJ)

Leonardo Sica – Advogado. Coletivo Marcha da Maconha São Paulo

Maurício Fiore – Antropólogo Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Psicoativos (NEIP)

Sergio Vidal – Antropólogo, membro do Growroom, Representante da União Nacional dos Estudantes no CONAD e no Grupo de Reforma da Lei 11.343

Marisa Fefferman – Doutora em Psicologia e pesquisadora do Instituto de Saúde SES/SP; autora do livro Vidas Arriscadas – “O Cotidiano dos Jovens Trabalhadores do Tráfico”

10 min por componente da mesa e 1h de debate

17h às 17h30 – coffee break

17h30 às 19h – Horizontes para um mercado regulamentado de Cannabis no Brasil

Mediador: Alexandre Youssef

Domiciano Siqueira – Presidente da Associação Brasileira de Redutoras e Redutores de Danos (ABORDA);

Renato Filev – Biomédico Pesquisador, doutorando no Programa de Neurociências da UNIFESP, com ênfase ao sistema endocanabinóide e sua relação com transtornos psiquiátricos;

Cristiano Maronna – Advogado NEIP/IBCCRIM

Mônica Gorgulho – Psicóloga, Representante do Conselho Federal de Psicologia no CONAD e no Grupo de Reforma da Lei 11.343 no CONAD e no Grupo de Reforma da Lei 11.343

Edward MacRae – Antropólogo, prof. da Universidade Federal da Bahia, presidente da Associação Brasileira de Estudos Sociais sobre o Uso de Psicoativos (ABESUP) membro do CONAD e do Grupo de Reforma da Lei 11.343

Monica Cavalcanti – Assessora de Imprensa da Comissão Brasileira Drogas e Democracia.

Luiz Paulo Guanabara – Diretor da Psicotrópicus.

10 min por componente da mesa e 50 min de debate

Filmes

19h30 O Sindicato – o negócio por trás do barato (2007) – 100’ – Canadá
Direção: Brett Harvey
Título Original: The Union – The Business Behind Getting High

21h30 Esperando para tragar – A vida de pacientes não-regulamentados de Cannabis (2005) – 74’ – EUA
Direção: Jed Riffe
Título Original: Wait to Inhale

SOBRE A MATILHA CULTURAL

A Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. A Matilha integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares.
Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas sócio-ambientais do Brasil e do mundo.
SOBRE O GROWROOM
O Growroom é um grupo que atua em defesa dos direitos dos usuários de maconha, tendo como uma de suas principais atividades manter um Portal na Internet sobre tudo que é relacionado a planta Cannabis sativa, seus usos e usuários, além de um Fórum que serve de espaço de convivência para pessoas adultas que consomem Cannabis sativa. O grupo atua dentro dos princípios da redução dos riscos e danos, buscando o fortalecimento da autonomia e da responsabilidade dos usuários.

MATILHA CULTURAL

Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo.
Tel.: (11) 3256-2636.
Horários de funcionamento: terça-feira a sábado, das 12h as 20h.
Wi-fi grátis.
Cartões: VISA (débito/crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães.


3 de maio de 2010

Novas Charges do Latuff

Algumas das charges produzidas pelo grande cartunista carioca, Carlos Latuff referentes a luta pela emancipação dos povos, pela liberdade e pela Palestina!

--------------------------------Conteúdo escrito:
In November, during president Shimon Peres´ State visit to Brazil, Israel and Brazil sealed a $350 million deal for the supply of 14 israeli heron hays to several brazilian law enforcement agencies.

8th March  - International Women´s day

New isreli mass deportation rules... ETHINIC CLEASING

Apartheid

Today´s lesson APARTHEID CAPITAL = TEL AVIV

Boycott israeli goods
------------------------------Tradução Livre:

Em novembro, durante a visita do presidente Shimon Peres  ao Brasil, Israel e Brasil selaram um acordo de US $ 350 milhões para o fornecimento de 14  aviões não tripulados israelense a várias agências da "lei" brasileira.


08 de março - Dia Internacional da Mulher

Novas regras isrelenses: deportação em massa ... Limpeza étnica

Apartheid

A lição de hoje CAPITAL do APARTHEID = TEL AVIV

Boicote produtos israelenses