24 de setembro de 2010

Ciclo de palestras Índia - Miséria opressão e resistência popular

 Convite para a palestra da Professora Radha D'Souza, sobre o tema:
Três atores, duas geografias e uma filosofia: 
a camisa de força dos movimentos sociais na Índia, contamos com a presença de todos.
Saudações;
Coordenação Provisória da Liga Sampa

O CEBRASPO e o Programa de Pós graduação em História da UFF convidam
para o Ciclo de conferências sobre a Índia no Brasil:




Três atores, duas geografias e uma filosofia:


a camisa de força dos movimentos sociais na Índia

Professora Radha D'Souza

A professora indiana Radha D'Souza é formada em Direito pela Universidade de Bombaim, Índia, e Phd em Direito e Geografia pela Universidade Auckland, Nova Zelândia. É professora titular na Universidade de Westminster, Londres. Radha D'Souza também é escritora e ativista dos direitos dos povos na Índia.

São Paulo

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Universidade de São Paulo (USP)
Data: 05/10 (terça-feira)
Local: Auditório do Departamento de História da USP
Horário: 18:30 h
Endereço: Rua do Lago, 717 – USP - Cidade Universitária


Rio de Janeiro

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Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)
Universidade Federal Fluminense (UFF)
Data: 06/10 (quarta-feira)
Local: Auditório 1113 (Faculdade de Educação, Pavilhão João Lira Filho)
Horário: 18:30 h
Data: 07/10 (quinta-feira)
Local: Auditório do IFCH (Prédio da História, Bloco O, sala 209)
Horário: 18:30 h
Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Rio de Janeiro
Endereço: Campus do Gragoatá, São Domingos – Niterói / RJ

Resumo do trabalho:

Este trabalho argumenta que uma das razões para a crise intelectual na “Esquerda”, desde o surgimento da “globalização” é a sua incapacidade de desenvolver os recursos conceituais para avançar idéias sobre a emancipação humana, libertação e auto-determinação, a fim de re-imaginar novas formas de ordem social e transformações sociais revolucionárias. Os cálculos da expropriação sob a "globalização", normalmente nomeiam, culpam e envergonham três atores: empresas, Estados e organizações internacionais. Há ambivalência, no entanto, sobre as geografias da expropriação. Estas construções de blocos conceituais utilizados para fazer a crítica à "globalização" e a estrutura de pensamento que esta produz, capítulo baseado em movimentos sociais na Índia, em especial os Movimentos Justiça Global e os movimentos dos povos indígenas para desenvolver os argumentos acima. Os argumentos têm maior alcance para nações oprimidas em outras partes do Terceiro Mundo. O alcance global e a influência dos intelectuais, na trilha dos “movimentos de justiça global", por um lado, e o aumento das
desigualdades sociais e tensões na sociedade indiana, por outro, exigem um estudo mais aprofundado da adequação dos conceitos, teorias e ideologias, para atender aos desafios que o povo enfrenta. Os capítulos avaliam as idéias produzidas pelos movimentos anti-globalização e defende que o que está em jogo são meta-conceitos como nação, sociedade e mudança social estrutural.


Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos

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