28 de setembro de 2011

Morre Redson Pozzi, o vocalista da banda punk Cólera.


Charge homenagem do Cartunista Rocker Leandro Franco

     Infelizmente, nesta terça feira faleceu o vocalista da banda Cólera, Redson (Edson Pozzi) ele sofreu uma parada cardiorrespiratória.
     O histórico grupo se formou em 1979 com Redson e seu irmão Carlos "Pierre" Lopes Pozzi. O Cólera foi uma das primeiras bandas punk rock do Brasil, "Pela Paz Em Todo Mundo" e "Tente Mudar o Amanhã" foram dois dos principais discos do punk no país.
     O Rock n´roll em geral e em especial a cena punk estarão de luto pelo camarada de luta sonora com conteúdo de classe, valeu mano, que novos Redson surjam para sustentar a luta e a barulheira por Sampa e pelo Brasil...
     Sexta beberemos em sua memória.
     Fica aqui a nossa humilde homenagem à um! dos maiores nomes do punk rock latino-americano!
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Semana de História 2011 da UNIFESP terá como tema a "História do Trabalho"

Entre os dias 3 e 7 de outubro de 2011 acontecerá na EFLCH da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) a IIIª Semana de História, o tema desta edição será "História do Trabalho" a propostas dos estudantes e demais organizadores do evento é que o evento sirva para repensar o trabalho no curso de história ao mesmo passo que se repense a história em relação ao trabalho, para tanto haverá uma intensa programação com cursos, palestras, Lançamento de livro, debates e intervenções artísticas.
Para ver a programação completa, entrar em contato com os organizadores, saber como chegar ou simplesmente para conhecer a página da Semana de História, basta clicar AQUI ou colar a seguinte URL na barra de endereços do seu navegador: http://semanadehistoriaunifesp.wordpress.com

17 de setembro de 2011

Terça Feira (20/09/11) Será lançada, ma USP, campanha pelo boicote à Israel.

Campanha por boicotes a Israel será lançada nesta terça em São Paulo

Atendendo a chamado da sociedade civil palestina, será lançada na próxima terça-feira, dia 20 de setembro, às 18h30, na Faculdade de Direito São Francisco da USP (Universidade de São Paulo), a campanha por boicotes a produtos e serviços de Israel no Brasil. No mesmo dia, às 10h, será feito plantio de uma muda de oliveira na Praça Estado da Palestina, próxima à Av. 23 de Maio.
Em iniciativa conjunta da Frente em Defesa do Povo Palestino e da Frente Palestina da USP (Universidade de São Paulo), será lançada na próxima terça-feira (20 de setembro) a campanha por BDS (boicotes, desinvestimento e sanções) ao apartheid de Israel. A atividade terá lugar na Faculdade de Direito São Francisco da USP (Universidade de São Paulo) e começará às 18h30. Na oportunidade, será distribuído amplo material com informações sobre a campanha, incluindo um manifesto que conta com a adesão de dezenas de entidades representativas da sociedade brasileira (em anexo).
No mesmo dia, às 10h, será feito o plantio de uma muda de oliveira na Praça Estado da Palestina, num gesto simbólico em prol da Palestina livre, laica e democrática. Está confirmada a presença da assessoria da deputada federal Luiza Erundina (PSB), que inaugurou a praça quando de sua gestão à frente da Prefeitura de São Paulo, entre 1989 e 1993.

A CAMPANHA POR BOICOTES

A campanha atende a chamado da sociedade civil palestina, que neste ano tem solicitado que nos diversos países se priorize o embargo militar integral a Israel, até que se cumpram as reivindicações fundamentais dos palestinos, a saber: o fim imediato da ocupação militar e colonização de terras árabes, e a derrubada do muro do apartheid, que vem sendo construído na Cisjordânia desde 2002, dividindo terras, famílias e impedindo os palestinos do direito elementar de ir e vir; o reconhecimento dos direitos dos cidadãos palestinos à autodeterminação, à soberania e à igualdade; o respeito, proteção e promoção do direito de retorno dos refugiados palestinos às suas terras e propriedades, das quais vêm sendo expulsos desde 1948, quando foi criado unilateralmente o Estado de Israel, até os dias atuais.
Principal campanha internacional de solidariedade ao povo palestino e contra qualquer forma de discriminação naquelas terras, a campanha do BDS redundou em conquistas importantes em diversas outras partes do mundo, como o rompimento de contratos milionários com empresas que atuam na construção do muro, de assentamentos ilegais ou de outros aparatos que sustentam a segregação na Palestina.
No Brasil
Apesar de esse movimento vir se expandindo em todo o globo, no Brasil algumas ações vão na contramão dessa corrente, como a adesão do País ao TLC (Tratado de Livre Comércio) Mercosul-Israel e negociações comerciais bilaterais com a potência ocupante, incluindo a assinatura de acordos militares e de tecnologia bélica. Amplo estudo promovido pela organização Stop the Wall denuncia que o TLC inclui a venda em território brasileiro de produtos e serviços feitos em assentamentos israelenses ilegais na Cisjordânia, bem como de tecnologias de defesa e segurança, as quais têm sido usadas nos ataques contra os palestinos.
Ainda na contracorrente, a cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, passou a abrigar instalações da empresa israelense Elbit Systems, que atua na área de tecnologia militar e é especialista em construção de veículos não tripulados, os quais foram amplamente usados nos ataques aos palestinos de Gaza em final de 2008 e início de 2009. Uma das 12 companhias envolvidas na construção do muro do apartheid, a Elbit já assinou contratos no Brasil, inclusive com as Forças Armadas e com a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica). Além disso, conceituadas universidades têm firmado acordos de cooperação e intercâmbio com instituições israelenses, sobretudo nos últimos anos.
A organização Stop the Wall alertou, em relatório, que essas iniciativas garantem que as guerras, ocupação e colonização israelenses continuem a gerar lucros. E enfatizou: “Esses laços militares põem em questão o compromisso do governo brasileiro em apoiar os direitos humanos, a paz e a criação de um Estado palestino e parecem contradizer as atuais alianças brasileiras e interesses na região. É preocupante que o Brasil entregue o dinheiro dos impostos dos seus cidadãos às empresas de armamento israelenses. O Brasil não pode conciliar a cumplicidade com as graves violações da lei internacional por parte de Israel e as aspirações a potência mundial emergente, defensora do respeito à lei internacional e aos direitos humanos.”
Perante esse cenário e atendendo a pleito da sociedade civil palestina, ao lançar essa campanha, a Frente em Defesa do Povo Palestino e Frente Palestina da USP reivindicam que o governo brasileiro e suas instituições, bem como empresas públicas e privadas nacionais e/ou instaladas neste País, imponham embargo militar e econômico a Israel, através do rompimento de acordos, contratos e suspensão na aquisição de produtos e serviços, os quais financiam cotidianamente a violação dos direitos humanos do povo palestino e a ocupação de suas terras.



Serviço:


20 de setembro de 2011, em São Paulo

 
10h  Ato público pela Palestina com plantio de muda de oliveira
Praça Estado da Palestina, perto da Av. 23 de Maio, no Paraíso
18h30 Lançamento da campanha no Brasil por BDS (Boicotes, desinvestimento e sanções) a Israel
Faculdade de Direito São Francisco da USP
Sala dos Estudantes - Largo São Francisco, no Centro

Realização:Frente em Defesa do Povo Palestino
Frente Palestina da USP (Universidade de São Paulo)

 
Original publican na página do MOPAT: http://www.palestinalivre.org/node/2161

6 de setembro de 2011

Entre os dias 19 e 23 de Setembro de 2011 - Semana de Legalização das Drogas na USP

Local: Espaço Verde (FFLCH)
(Ciências Sociais)
USP - Universidade de São Paulo
Saiba mais:

7 de setembro contra o militarismo

Contato: (11) 7087 4456

Filme vai mostrar luta pela volta da democracia (Reblogando)

Poster
Por falar em eleição direta, entre os muitos convites que tenho recebido para dar depoimentos em documentários e vídeos acadêmicos sobre os mais diferentes episódios da nossa história recente, quer dizer, de 20, 30, 40 anos atrás, chegou-me o de Pedro Asbeg, um jovem diretor carioca, que eu não conhecia.
Como o tema era um dos meus prediletos _ a luta pela redemocratização do país na primeira metade da década de 80 do século passado _ topei logo e marcamos a gravação para a tarde desta segunda-feira, dia 15.
Foi ótimo poder recordar aquele tempo de transição da ditadura para a democracia, o país em ebulição, com tanta coisa boa acontecendo ao mesmo tempo em todas as áreas da política, da cultura, da cidadania e até do futebol, com a "Democracia Corintiana" de Sócrates, Casagrande e Vladimir, sob a batuta de Adilson Monteiro Alves e do meu preclaro amigo Washington Olivetto.
O projeto inicial de Asbeg, formado em Cinema pela Westminster University de Londres e filho de José Carlos Asbeg, diretor do documentário "1958 _ O ano em que o mundo descobriu o Brasil", era fazer um longa-metragem, com produção de Gustavo Gama Rodrigues, apenas sobre o futebol no período.
No segundo semestre do ano passado, ele começou a recolher depoimentos sobre a "Democracia Corintiana", mas o dinheiro da produção acabou. Enquanto cuidava de captar recursos, teve a idéia de resgatar o período também em outros campos da vida nacional, incluindo o grande movimento das "Diretas Já" e o surgimento do Rock Brasil.
Em julho passado, Pedro Asbeg conseguiu juntar mais R$ 20.455,00 de 114 incentivadores (uma ninharia perto do que recebem pela Lei Rouanet artistas já consagrados), e reiniciou as filmagens.
Em  uma hora de entrevista, fiquei impressionado com o conhecimento histórico do documentarista, algo pouco comum entre os jovens que vêm falar comigo.
Dá gosto de conversar com quem domina o assunto e te instiga a refletir sobre causas e consequências de um determinado tempo histórico. Afinal, estávamos falando de fatos ocorridos mais de 30 anos atrás.
Embora a ditadura ainda não tivesse acabado, eram tempos mais simples de se viver. Não havia esta geléia geral da crise de caráter e de valores que atualmente assola o país.
Bandido era bandido e polícia era polícia, governo era governo e oposição era oposição, são-paulino era são-paulino e corintiano era corintiano, amigo era amigo e inimigo era inimigo.
Tempos da República do ABC, o grande centro da resistência democrática formado em torno dos metalúrgicos comandados por Lula, berço do PT e da CUT, tempos da luta pela Anistia e da volta dos anistiados, dos muitos movimentos sociais reunidos logo adiante no que se convencionou chamar de Sociedade Civil, tempos de lutar pela volta das eleições diretas para a Presidência da República.
Além de Lula, surgiram nesta época novas lideranças de expressão nacional como Fernando Henrique Cardoso, que participaria da fundação do PSDB _ e os dois juntos, um de cada vez, acabariam presidindo o Brasil nestes últimos 16 anos da nossa jovem democracia.
Eu era repórter da "Folha de S. Paulo" e,viajando pelo país de ponta a ponta, pude ver tudo de perto, conhecer bem os personagens que escreveriam nossa história no pós-ditadura:
Como dizia o sábio que comandava o jornal, Octavio Frias de Oliveira: "Vivi o suficiente para ver tudo acontecendo e o seu contrário".


Ricardo Kotscho

Postagem Original: http://democraciaofilme.blogspot.com/2011/08/filme-vai-mostrar-luta-pela-volta-da.html

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Para entrar em contato com a produção do filme e colaborar:
Pedro Asbeg e Gustavo Gama Rodrigues