28 de novembro de 2011

Para o senso comum as lutas em curso são vazias, oque é "vazio", Charge do grande cartunista Laerte

Como sempre o cartunista Laerte indo buscar inspiração nas lutas populares...

25 de novembro de 2011

IV Noite Fora do Eixo no Musicall Bar (Bar do Deco)

Muito Rock n´Roll no Musicall Bar
(Av. Otávio Braga de Mesquita, 634)
(Vila Fátima, Guarulhos, SP)
Hoje dia 26 de Novembro de 2011
Noite Fora do Eixo + Projeto Clam

Saiba mais em:

1ª Mostra de cinema árabe de Guarulhos

Mostra de Cinema Árabe na Semana do Povo Palestino


25 de Novembro a 01 de dezembro

Realização: Instituto da Cultura Árabe, Prefeitura de Guarulhos

ProgramaçãoDia 25 sexta-feira – 18 horas filme no Teatro Padre Bento
                  Terras do Islã                
                      19h30 horas  Abertura da Mostra no Teatro Padre Bento
                       

26 sábado – 15 horas - Teatro Padre Bento
                     filme:   A Catástrofe 1 e 2

27 domingo – 19 horas - CME Adamastor
                     filme:   O Conhecimento é o Começo

28 segunda – 19 horas - Teatro Padre Bento
                     filme:   America                    

29 terça – 15 horas – Unifesp Guarulhos
                     filme: Esqueça Bagdá      19horas – Unifesp Guarulhos
                      filme:  A Catastrofe 1 e 2

30 quarta – 19 horas - Teatro Padre Bento
                      filme:  Baba Aziz, o principe que contemplava sua alma

01 quinta – 15 horas – Unifesp Guarulhos
                      filme:  A Cor das Oliveiras                      filme:  Budros

      19 horas – Unifesp Guarulhos
                       filme: Reel Bad Arabs - como Hollywood vilificou o povo árabe.
filme:Sobre Futebol e Barreiras
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Saiba mais no blog do Cine Clube:

24 de novembro de 2011

Video sobre a ocupação popular no bairro lavras em Guarulhos SP

Video de introdução à situação da ocupação popular no bairro lavras, na perifería de Guarulhos, São Paulo e sobre a covardia da Guardinha municipal (GCM) contra trabalhadores, trabalhoras e estudantes na violenta desocupação da área grilada que encontrava-se em situação de abandono, veja o vídeo, lute, apoie pois a ocupação voltou e  seguirá até vencermos!



Clique no link abaixo:


18 de novembro de 2011

DIA PELA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

São Paulo, 18 de Novembro de 2011 (Sexta-feira), as 18h. Proposta:

Dr. Mauricio Fiori (CEBRAP)

Renato Filev (Coletivo DAR)

Dr. Cristiano Maronna (IBCCRIM)

Prof. Dr. Pierpaolo Cruzz Bottini (Direito-USP)

Deputado Federal Paulo teixeira (PT-SP)

Prof Dr. Elisaldo Luiz de Araujo Carlini (Medicina-UNIFESP)

Prof Dr. Jorge Luiz Souto Maior (Direito-USP)

Prof. Dr. Vladimir Pinheiro Safatle (História-USP)

Prof. Dr. Dartiu Xavier da Silveira (Medicina-UNIFESP)

No Facebook:
http://www.facebook.com/groups/175533162520878/doc/196202287120632/





Realização de uma ASSEMBLEIA CANÁBICA em que serão debatidos as implicações, conquistas e desafios da luta pela legalização da maconha em âmbito local, regional, nacional e mundial. Além de apresentar propostas de como pode ser a legalização da maconha em nosso país.


Formato:


Após algumas PROVOCAÇÕES (curtas) de alguns “especialistas” em temas específicos (história, direito, saúde...), será aberto um espaço de fala para todos os presentes à assembleia fazerem suas CONSIDERAÇÕES sobre o tema, e posteriormente iremos para uma etapa de ENCAMINHAMENTOS da assembleia, definindo, por fim, uma DATA e LOCAL para a próxima ASSEMBLEIA CANÁBICA em São Paulo.


Local:


Parlatório do Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito da USP e à SSP – Secretaria de Segurança Publica Estadual; mais tarse...Vale do Anahangabaú, embaixo do Viaduto do Chá, onde estão acampad@s @s indignad@s do movimento OcupaSampa.


Horário:


18h - CONCENTRAÇÃO no largo são francisco.
19h - CAMINHADA e ATO pela legalização rumo ao Ocupa Sampa.
20h - INICIO DA ASSEMBLEIA, PROVOCAÇÕES dos “especialistas”.
21h - Teto para as provocações. Inicio das CONSIDERAÇÕES dos participantes.
22h30 - ENCAMINHAMENTOS da assembleia
23h - TETO estipulado para o TÉRMINO da assembleia.




Provocadores convidados:


Prof. Dr. Henrique Soares Carneiro (História-USP)

11 de novembro de 2011

Você conhece o Brasão da PM de São Paulo, leia o ótimo Texto de Gilberto Maringoni

“Brasão da PM paulista é um tapa na cara do povo brasileiro”

por Gilberto Maringoni,
Publicado originalmente em "Carta Maior",


Brasão da PM, exaltação aos
massacres de trabalhadores
Nesses dias em que se discute a presença ou não da Polícia Militar no campus da Universidade de São Paulo, por solicitação de seu reitor, João Grandino Rodas, vale a pena levantar uma lebre que poucos conhecem.
Independente da correção ou não da ocupação da reitoria da USP pelos estudantes, o certo é que eles foram vítimas de uma truculência policial desmedida. É mais um entulho da ditadura que volta e meia mostra que está aí acordado.Os alunos da USP poderiam ampliar suas demandas internas e se somarem a inúmeras entidades de defesa dos direitos humanos, familiares e jovens pobres que desde sempre têm sido vítimas da brutalidade das forças de segurança.
Poderiam começar sua ação examinando o brasão da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
O brasão em questão não é coisa pouca. É um tapa na cara do povo brasileiro.
O brasão, como obra de design, é primário. (Atenção, não é o logotipo estampado em uniformes e viaturas). Como símbolo, é uma ode à truculência e à brutalidade das classes dominantes. Trata-se da seguinte peça, conforme descrito no site da PM:

“O Brasão-de-armas da Polícia Militar do Estado de São Paulo é um Escudo Português, perfilado em ouro, tendo uma bordadura vermelha carregada de 18 (dezoito) estrelas de 5 (cinco) pontas em prata, representando marcos históricos da Corporação”.
Aqui vai ele. Eis a descrição da peça, sempre segundo o site:

ESTRELAS REPRESENTATIVAS DOS MARCOS HISTÓRICOS DA CORPORAÇÃO

1ª ESTRELA -  15 de Dezembro de 1831,criação da Milícia Bandeirante;
2ª ESTRELA – 1838, Guerra dos Farrapos;
3ª ESTRELA – 1839, Campos dos Palmas;
4ª ESTRELA – 1842, Revolução Liberal de Sorocaba;
5ª ESTRELA – 1865 a 1870, Guerra do Paraguai;
6ª ESTRELA – 1893, Revolta da Armada (Revolução Federalista);
7ª ESTRELA – 1896, Questão dos Protocolos;
8ª ESTRELA – 1897, Campanha de Canudos;
9ª ESTRELA – 1910, Revolta do Marinheiro João Cândido;
10ª ESTRELA – 1917, Greve Operária;
11ª ESTRELA – 1922, “Os 18 do Forte de Copacabana” e Sedição do Mato Grosso;
12ª ESTRELA – 1924, Revolução de São Paulo e Campanhas do Sul;
13ª ESTRELA – 1926, Campanhas do Nordeste e Goiás;
14ª ESTRELA – 1930, Revolução Outubrista-Getúlio Vargas;
15ª ESTRELA – 1932, Revolução Constitucionalista;
16ª ESTRELA – 1935/1937, Movimentos Extremistas;
17ª ESTRELA – 1942/1945, 2ª Guerra Mundial; e
18ª ESTRELA – 1964, Revolução de Março.

Na lista, há a exaltação a um golpe de Estado (1964) e a uma rebelião oligárquica (1932). Louva-se também a repressão a três mobilizações populares (Canudos, Revolta da Chibata, Greve de 1917), ao levante comunista de 1935, a Coluna Prestes (1926) e homenageia-se outras missões cumpridas.
Há soldados e oficiais valorosos na história da Polícia Militar paulista. Há também vários elementos que compõem e compuseram sua banda podre. É da conta, acontece em qualquer agrupamento humano.
Mas manter um símbolo exaltando a repressão sangrenta e covarde a manifestações democráticas é um acinte à democracia.

Charges do Carlos Latuff sobre a PM na USP, SENSACIONAL

Charge de Carlos Latuff, na minha opinião, a melhor sobre o tema.






SENSACIONAL

10 de novembro de 2011

Professor Sean Purdy da USP fala sobre a presença da PM dentro da USP

Professor da USP, Sean Purdy, em entrevista explica porque é contrário à PM no campus, como isso está relacionado à aos autoritarismo vigente na universidade e, como a PM não solucionará os problemas de segurança.


8 de novembro de 2011

Curtinha sobre a Invasão da USP pela PM


    
Charge de Carlos Latuff
     A sociedade conhece muito pouco o conceito de "universidade", o senso comum, no Brasil, propaga que a pessoa entra na faculdade pra fazer história, por exemplo, e 4 anos depois, sai professor de lá e acabou, camaradas, acreditem isso não é ...universidade, é escola técnica, ou nem isso, universidade é local de questionamento, de produção, difusão e transformação do conhecimento, debate de idéias, nascedouro de insurgências e também de ciência, no sentido mais íntimo da palavra,  para começarmos qualquer conversa sobre a invasão da USP pela PM, este princípio deve ser compreendido minimamente...
    Acredito que a ocupação da reitoria, da maneira como se deu, foi um erro, vejam, não crime, ou imbecilidade, mas um erro fundamentalmente tático, a presença da PM e a forma como os acéfalos atuaram, isso é crime, isso é sacanagem e merece todo o repúdio, defender a PM dentro da USP é o cúmulo da “datenização” do pensar (Datena e pensar, na mesma frase, soa tão estranho não é?)
    Outro brado reacionário é que os caras estavam querendo fumar maconha e só, portanto estão deslegitimadas todas as suas ações posteriores, inclusive a ocupação da reitoria, primeiro, se fosse "só" isso, já seria suficiente, a luta pela legalização da maconha é uma importante luta social, agora, quem "acha" isso, não conhece a USP mesmo, não tem a menor idéia do que esta acontecendo por lá, a precarização na gestão do Reitor Rodas é vergonhosa, assustadora e criminosa, portanto, na minha opinião, apesar do erro tático, a luta é mais que justa, é necessária!

Recomendo a leitura do bom texto do Daniel Girte-Dalmoro sobre o vergonhoso episódio da invasão da USP pela PM.

Vagabundos, baderneiros, maconheiros, irresponsáveis... incompetentes?


Richard Dawkins questiona algures o que não seria da física e da ciência se Newton tivesse se dedicado integralmente a ela, ao invés de ter perdido tempo com discussões estéreis, como as sobre religião. Não lembro se ele faz a mesma pergunta sobre Einstein, Heisenberg e outros físicos e cientistas da primeira metade do século XX. De qualquer forma, chuto uma resposta à sua pergunta: se Newton tivesse se abstido das atividades extra-científicas, assim como os grandes cientistas da primeira metade do século XX, em geral bastante engajados politicamente, teria sido tão medíocre quanto a grande maioria dos pesquisadores da atualidade.
A intelligentsia acadêmica brasileira (para ficar na parte tida por pensante da sociedade) não é nenhum Richard Dawkins, mas bem gostaria de sê-lo: ter panca de inteligente e intelectual, morar na Inglaterra, dando aula para ou tendo como colegas pessoas com boa formação, convivendo com gente “civilizada”, enfim (salvo eventuais hordas bárbaras, como a de agosto). Claro, não precisa ser ateu – apenas pró-ciência e anti-comunista.

Novo protesto na USP, e lá vemos novamente as mesmas manifestações dos bons cientistas da universidade e dos homens de bem de nação, criticando os baderneiros que não querem estudar e atrapalham o bom andamento da ciência tupiniquim.
Afinal, conforme ranqueamentos internacionais, da TopUniversities, para ser mais exato, a USP é a melhor universidade latino-americana, e a 169º do mundo. Não que eu ache que esses rankings sirvam para muita coisa, mas nossa intelligentsia certamente se guia por ela – publicações, prazos, congressos, papérs, bolsas, tudo é feito em função do que os gringos dizem que é bom.
É de se questionar, portanto, onde não estaria a USP, não tivesse todos os incômodos causados por esses alunos que fazem protestos, greves, ocupam prédios.
Bem... talvez estivesse fora do ranking das 200 melhores: dos nove cursos que aparecem entre os 200 melhores, nas diversas áreas, seis – filosofia, sociologia, história, lingüística, ciência política e geografia – são da FFLCH. E se esses alunos estavam fumando maconha e fazendo greve, é de se questionar, então, o que estavam fazendo os demais dos 198 programas de pós da USP. Assistindo tevê, lendo Folha e Veja?
Surpresa? Não deveria ser. A ciência pura pode até existir (não vou entrar nesta questão), mas o cientista puro, certamente não. Não por acaso, quando a Science publicou reportagem sobre a ciência no Brasil, quem ganhou destaque não foi a Fapesp e seus quase 800 milhões de reais – que não mereceu uma mísera linha –, e sim um cientista que faz bastante alarde político – ainda que questão de política científica, mas com uma visão bem menos tacanha de ciência que Brito Cruz, ou demais coronéis da ciência paulista –, Miguel Nicolelis.
Esta ocupação de prédios na USP poderia ser uma ótima oportunidade para esses pesquisadores fazerem uma auto-crítica (proposta ingênua, eu sei): ao invés de desqualificarem o outro, entrarem realmente no debate – não é obrigado a concordar com a atitude, contudo, é radicalmente diferente negar a política, exigindo logo a ordem e a autoridade –, e admitirem: pessoas, mesmo as diferentes, as chatas, as que usam vermelho, as que fedem, eventualmente podem ter mais assuntos e ser mais interessantes do que ratos e átomos.

Retirado do Blog do Nassif: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif 

Charge: Coxinhas na USP?


Boa charge sobre a vergonhosa ação da PM na USP, pro choque todo mundo pode ser alvo, basta discordar...

Cinema na Matilha Cultural: La Independencia inconclusa (História da América Latina)

#QUINTA - no CINEMA DA MATILHA ! Tod@s convidados para uma conversa sobre a história da América Latina. Venha viajar essa epopéia pouco comentada. Saiba mais no site www.matilhacultural.com.br Na quinta, primeira sessão e conversa com o diretor desta cooprodução latino americana.

7 de novembro de 2011

Não aceite a opressão! REBELE-SE


Eu pensei em fazer um "banner" para colocar aqui no blog, algo que de alguma maneira pudesse estimular a rebeldia ante à apatia dos brasileiros e dei uma olhada em algumas imagens que tenho no PC, na dúvida resolvi fazer várias e depois escolher a melhor e colocar aqui, como continuei na dúvida coloquei todas e resolvi fazer outras, a que esta acima é a que mais gostei, as que estão na parte de baixo empataram com ela.
Ps. Não aceite a opressão, rebele-se!!!!!!!!!!

          

4 de novembro de 2011

26º Aniversário do NAJA MC em Guarulhos, S.Paulo


Saiba mais no site oficial:

Palestra sobre a situação da Palestina com Abdallah Abu Rahmah, militante palestino recem libertado de uma prisão política israelense

Em Mogi das Cruzes, a palestra acontecerá em dois locais:
 
a primeira às 14 horas na Mesquita (Av. Henrique Eroles, 200 - Alto Ipiranga);
a segunda será às 18 horas na sub sede da APEOESP de Mogi das Cruzes (Rua Barão de Jaceguai, 84 - Centro)
 
A Palestina vista de dentro - relatos de quem vive a Nakba

 A palestra é dividida em duas partes. Na primeira delas, falo sobre a ilegalidade e a ilegitimidade da partilha de 1947, das pressões dos sionistas, dos bastidores (terríveis) na ONU para a aprovação do projeto sionista. Também falo sobre as consequências de Nakba e Naksa, com base em tudo que vejo e vivo na Palestina. Introduzo o tema das lutas populares e passo a bola para o Abdallah, que faz um histórico dessas lutas e conta sua experiência em Bil'in e como coordenador das ações da campanha nacional Palestine: State 194; fala também sobre a filosofia que embasa as ações não violentas, sobre a importância do apoio internacional, de como Bil'in conquistou espaço na mídia e de como, pacientemente, venceu o governo de Israel. Também fala do cenário geral da resistência não violenta palestina, seus desafios, suas conquistas, seus projetos; da campanha BDS e de seus resultados práticos; das condições atuais dos presos políticos (foi um deles). Engatamos nos ataques dos colonos e em tudo que Israel ganha com a ocupação, montante que sobe pela exploração dos recursos naturais palestinos (como o gás de Gaza).
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Abdallah Abu Rahmah, o mais destacado líder da resistência não violenta da Palestina, nasceu em Bil'in, vila a 17 km de Ramallah, onde vive até hoje. Filho de agricultores, teve uma infância difícil. Quando menino, para ajudar os pais, trabalhou como pastor de cabras e ovelhas. Mais tarde, como prático em veterinária, cuidou da saúde dos animais de Bil'in. Bem-sucedido nessa atividade, ganhou nela o dinheiro necessário para pagar seus estudos na Birzeit University, a melhor universidade da Palestina. Graduou-se em Língua e Literatura Árabes e é mestre em Estudos Árabes. Participou, ainda adolescente, da primeira Intifada, e, mais tarde, da segunda Intifada. Trabalhou como professor até ser preso, em 2009, sob a acusação de liderar as manifestações não violentas de Bil'in. Libertado em meados de março de 2011, passou a dedicar-se a suas plantações de oliveiras, em Bil'in, e a palestras internacionais, para as quais é sempre convidado. Já esteve em várias cidades do Uruguai, da França, da Itália e da Alemanha como palestrante, mostrando a narrativa palestina sobre o conflito imposto ao país por Israel e o papel, nessa narrativa, das lutas populares não violentas. Contrariando as determinações do governo de Israel, que depois da prisão o proibiu de participar da resistência à ocupação, ele mantém seu papel de líder político popular e continua na luta palestina por direitos, justiça e liberdade.

Baby Siqueira Abrão, jornalista e autora de livros sobre filosofia, mitologia grega e divulgação científica, nasceu na Liberdade e cresceu na Freguesia do Ó, bairros da capital paulista. Desde menina se indignava com a pobreza da periferia paulistana, com a injustiça que produzia a miséria, com o autoritarismo que impedia o livre desenvolvimento e a livre expressão das mulheres, e isso acabou por levá-la muito cedo à militância política. Ainda adolescente, participou da resistência à ditadura militar brasileira. Em abril de 2011, atendendo convite de Abdallah Abu Rahmah, viajou à Palestina, para participar da 6a. Conferência Internacional das Lutas Populares Não Violentas e para passar dois meses fazendo pesquisas para seu projeto de doutorado, sobre as consequências da partilha da Palestina. Mas decidiu permanecer lá e hoje é correspondente no Oriente Médio do jornal Brasil de Fato e do site de notícias Opera Mundi, colaborando também com o site Carta Maior e com a revista Caros Amigos. Além de reportagens, faz análises políticas sobre aquela parte do mundo. Como jornalista, seu objetivo é abrir espaço na mídia brasileira para noticiar e comentar o que acontece na Palestina. Como autora, tem três livros sobre a Palestina em projeto. Como acadêmica, dispôs-se a pesquisar e a refletir sobre a tragédia palestina como símbolo da resistência popular contra o estado de terror imposto por grupos que lucram com a guerra, com a militarização dos espaços físicos e psicológicos individuais e públicos, com a colonização de terras e mentes, com ameaças político-econômicas, com a destruição de culturas, com a ocupação dos corpos, dos sentimentos e da vida.

Nossa ida ao Brasil é patrocinada pela Embaixada da Palestina no Brasil (embaixador Ibrahim Alzeben), que desde o início do projeto nos deu apoio integral.
Abdallah Abu Rahmah e um policial israelense
 
Video da Libertação de Abdallah Abu Rahmah: Clique aqui

3 de novembro de 2011

Guarulhos Urgente: Ocupação de terra e violência covarde da GCM

Que a Guardinha de Guarulhos é despreparada, violenta e covarde, não é novidade para ninguém, agreções à manifestantes e trabalhadores e trabalhadoras em geral são uma constante, padrão gcm mesmo, no "feriadão" de finados eles mantiveram a escrita e um banho de selvageria canalha dos guardinha assolou parte da periferia de Guarulhos.
Militantes camaradas do Blog estiveram no local e presenciaram a covardia da guardinha, que sob o comendo do prefeito Sebastião Almeida não poupou ninguém, crianças, grávidas, idosos e idosas que lutavam para garantir um teto foram baleados agredidos verbal e fisicamente por brucutus sustentados com o dinheiro dos impostos que pagamos, esta covardia tem que ter um fim! A GCM tem que ter um fim!
Seguem fotos da ocupação e a descrição de um militante social...
Na madrugada do dia 29 de Outubro de 2011, cerca de 1000 famílias ocuparam a região entre os bairros do Lavras e Soberana em Guarulhos-SP. Muitas famílias sem teto, que moram de aluguel, com criaças, idosos, homens e mulheres trabalhadoras, passaram a acampar no local. No dia 01 de novembro, a Guarda Municipal de Guarulhos chegou e feriu crianças com bala de borracha, idosos com cacetetes, e destruiram barracas com vilencia e colocando fogo em colchões, cobertores, mochilas. Segundo relatos uma criança de 14 anos está ferida gravemente com tiro de borracha na cabeça. As famílias continuam acampadas, hoje cerca de 300, inclusive a Thay, o Eduardo e Eu.
Ocupe a Periferia!

Ocupe a periferia! Lavras, Guarulhos, S.Paulo
Ocupe a periferia! Lavras, Guarulhos, S.Paulo

Ocupe a periferia! Lavras, Guarulhos, S.Paulo

Ocupe a periferia! Lavras, Guarulhos, S.Paulo
Para ver todas as fotos clique aqui
Video da Ocupação e vestígios da violencia da guardinha: Clique aqui